Marcus Preto

é jornalista por opção - ou por falta de. Apaixonado por música desde que se conhece por gente, não encontrou outro caminho senão expressar essa devoção em textos apaixonados e intensos, assim como ele. Fica ansioso só de pensar na possibilidade de não saber tudo sobre tudo e é por isso que compra vinis, cds e livros compulsivamente.

Regiane Teixeira

É jornalista e baladeira de carteirinha. Repórter que investiga o glamour, as roubadas e os personagens da noite de São Paulo com olhar crítico.





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Sei que o assunto já está velho, mas como ”Sex and the City” continua em cartaz… Li hoje (só hoje) no blog 02neurônio um texto de Nina Lemos que comentava não o filme, mas o mal que aquelas quatro mulheres fizeram ao mundo. Copiei e colei. Concordo plenamente com ela. Quem quiser discordar, fique à vontade.

 

 

A vida não é Sex and the city

Devo dizer que não vi. Mas também preciso dizer que não gostei muito. E podem me chamar de mal humorada se quiserem. Mas tenham paciência. Tentem me entender, please.

 

Eu não aguento mais ouvir falar da Carrie, a estranha, e suas amigas. Sim, o seriado era legal. Mas ele causou um mal imenso para o mundo. Isso porque umas meninas (muitas, em toda parte um pouco endinheirada dele) começaram a achar que a vida é Sex and The City. E não, não é. A gente não mora em Nova York, a vida não é um mar de cosmopolitans, não temos tanto dinheiro para comprar tantas roupas e não fazemos tanto sexo.

 

Em outras palavras, a vida é bem legal e divertida, mas não é assim tão glamourosa. E isso é ótimo. O problema, repito, não é a Estranha em si. Mas as pessoas acharem que aquilo é um modelo de vida. Enquanto escrevo, elas, as meninas SaC, vagam por aí brincando de Sex and The City.

 

Tudo tinha acalmado com o fim do seriado. Mas agora a histeria pode voltar com o filme. Ai. As roupas que elas usam! E o vestido de casamento da Carrie com o yuppie patético que é o Mr. Big? Sono.

 

É só um filme. Eu sei. E apenas gostaria que todas as garotas pensassem nisso. Melhor desligar a TV_ ou o projetor de cinema_ e viver de verdade. Não é, não?

 

(Nina Lemos)









comentários dos leitores (8)

  1. Julia

    30 de Junho de 2008

    Amo Sex and the City!!! Mas vou concordar que a vida não é um mar de drink cosmopolitan. Não ia ser uma má idéia se fosse…

  2.  
  3. Wanessa Alves

    1 de Julho de 2008

    Confesso que também sou fã da série, mas pouco a pouco ficou meio cliclê e as roupas da Carie mais espalhafatosas que a da Barbie.

  4.  
  5. Lene Silva

    1 de Julho de 2008

    Caro Marcos,
    Ainda não tive interesse em assistir esse filme, como vc mesmo disse, é bom sonhar mas o melhor da vida é viver na realidade, acho esse mundo loko, alguns inssentivam as pessoas para coisas superfulas e ao mesmo tempo mostram que não é verdade… vai de cada um seguir, mas vale mais sonhar na verdade do que sonhar na mentira…

  6.  
  7. Tel Braga

    1 de Julho de 2008

    Marcus! Concordo tanto! td bem q eu, ao contrário de 99,9% das mulheres, nunca vi graça no seriado. sei lá, parece q a falta de conteúdo foi camuflada pelas roupas e acessórios que deixam tds enloquecidas pra ter tudo
    ;-)
    beijos,

  8.  
  9. Danilo

    2 de Julho de 2008

    O engraçado é que elas, teoricamente, são mulheres da classe média. Da onde surge tanto dinheiro para comprar aquelas roupas de grifes caríssimas?

  10.  
  11. Junior

    2 de Julho de 2008

    Ficção é sonho, não documentário ou modelo de vida pra ninguém seguir. Se a série fez (e faz) sucesso é porque muita gente (homens e mulheres) GOSTARIAM de ter aquele estilo de vida - mas trabalham e vivem, felizes ou nao, sefundo seus próprios padrões.
    Que mal há nisso? Pra mim, quem leva isso realmente a sério está com problemas - ou completa ausência de assunto. Como a Nina Lemos, que adora polemizar falando daquilo que, segundo ela própria, nao viu. Coisa chata, previsível e tão terceiro-mundista…
    Soooo 90s.
    Pronto, falei.

  12.  
  13. Léia

    2 de Julho de 2008

    eu, ao contrário das 99,99% das mulheres, não vi nem o seriado quem dirá o filme…
    claro q toda mulher sonha em pelo menos ter dinheiro pra comprar uma peça de roupa em qq loja da oscar freire… mas viver em função disso é idiotice, a vida está aí pra gente curtir e não perder tempo com bobagens.

  14.  
  15. Ariam Brito

    15 de Julho de 2008

    Verdade, assunto já ultrapassado, esse filme está em exibição a séculos mas vale a pena ressaltar que tanto o filme como a série é nada mais nada menos que uma versão para adultas do conto de fadas Cinderella.

    Sacal.

  16.  
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