Marcus Preto

é jornalista por opção - ou por falta de. Apaixonado por música desde que se conhece por gente, não encontrou outro caminho senão expressar essa devoção em textos apaixonados e intensos, assim como ele. Fica ansioso só de pensar na possibilidade de não saber tudo sobre tudo e é por isso que compra vinis, cds e livros compulsivamente.

Regiane Teixeira

É jornalista e baladeira de carteirinha. Repórter que investiga o glamour, as roubadas e os personagens da noite de São Paulo com olhar crítico.





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A partir do dia 31, o Sesc Pinheiros abriga os “Babilaques” de Waly Salomão, mostra que já havia passado pelo Rio no ano passado. Trata-se de uma série de “performances-poético-visuais”, como o próprio Waly gostava de descrever, produzidas nos 70. Segundo seu amigo e parceiro Antonio Cicero escreveu em um artigo reproduzido em seu blog, cada babilaque “consiste numa fotografia de uma página de um caderno em espiral, ao lado de diferentes objetos e sobre diferentes superfícies: asfalto, grama, pedra, roupas, outros cadernos etc. Na página, encontram-se desenhos e/ou colagens e/ou letras, palavras, versos, textos em manuscrito etc.”.

 

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Naqueles anos 70, Waly pretendia mostrar o conjunto desses trabalhos no circuito de arte, sob o título “Waly Salomão: Babilaques, Alguns Cristais Clivados”. Mas a exposição não chegou a acontecer.

 

O Sesc também vai exibir, pela primeira vez, o curta “Alfa Alfavela Ville” (1971), gravado por Waly e pelo hoje colunista Zé Simão com uma câmera de super 8 em várias favelas cariocas.









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