Marcus Preto

é jornalista por opção - ou por falta de. Apaixonado por música desde que se conhece por gente, não encontrou outro caminho senão expressar essa devoção em textos apaixonados e intensos, assim como ele. Fica ansioso só de pensar na possibilidade de não saber tudo sobre tudo e é por isso que compra vinis, cds e livros compulsivamente.

Regiane Teixeira

É jornalista e baladeira de carteirinha. Repórter que investiga o glamour, as roubadas e os personagens da noite de São Paulo com olhar crítico.








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(foto: reprodução)

 

 Com debate e aulas-shows no Sesc Pompéia, o projeto “Meu Tempo É Quando” comemora o começo da reedição da obra de Vinicius de Moraes pela Companhia das Letras. Dia 5 de agosto, a cantora Paula Morelenbaum se junta ao compositor (e pianista) José Miguel Wisnik e ao violonista Arthur Nestrovski para um sarau com a obra musicada do poeta. No dia seguinte, uma mesa de debates com o poeta e filósofo Antonio Cicero, o poeta Eucanaã Ferraz (autor do livro “Poesia Completa e Prosa de Vinicius de Moraes”), o escritor Antonio Carlos Secchin e, mais uma vez, José Miguel Wisnik analisa a importância da poesia de Vinicius.

 

Os primeiros livros de Vinicius a ser recolocados nas prateleiras são “O Caminho para a Distância” (1933), “Poemas, Sonetos e Baladas” (1946)”, “Pátria Minha” (1949), “Antologia Poética” (1954). Coordenadas por Eucanaã Ferraz, as novas edições devem vir com caderno de fotos e textos críticos de época, além de novas análises das obras.









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