O Nokia Trends, que será realizado em 29 de novembro, anunciou suas duas primeiras atrações: N.A.S.A. (North Amercia South America) e Bomb the Bass.
O N.A.S.A. é um projeto do DJ Zegon e do norte-americano Squeak E. Clean (USA), irmão do cineasta Spike Jonze. A dupla conta com colaboradores como Lovefoxx (CSS), Karen O (Yeah, Yeah, Yeahs), M.I.A, David Byrne (Talking Heads), entre outros. O primeiro álbum do N.A.S.A., “The Spirit of Apolloâ€, será lançado em 17 de fevereiro de 2009.
Já a banda de música eletrônica Bomb the Bass irá apresentar seu novo disco, “Future Chaosâ€, depois de 14 anos sabáticos. A banda é ficou conhecida graças ao álbum “Into the Dragon†(1988), que marcou o inÃcio da cena acid house.
O festival será realizado no Cine Marrocos, Ãcone da arquitetura clássica da cidade de São Paulo. O espaço, construÃdo na década de 40 e inaugurado em 1952, já foi considerado o cinema mais luxuoso da América Latina.
Escrito por Regiane Teixeira
Depois de uma biografia precoce lançada recentemente, eis que Amy Winehouse já é musa da pop art. O artista plástico inglês Gerald Laing usou fotos da cantora publicada em tablóides britânicos para criar obras que estarão em exposição a partir dessa sexta-feira, 19, em Londres. Os quadros fazem parte da mostra “New Paintings for Modern Times” na galeria ocontemporary, que ainda tem obras inspiradas em figuras como a modelo Kate Moss e a cantora Victoria Beckham.
Laing já havia usado imagens de outras celebridades como Brigitte Bardot e a atriz Anna Karina, mas em entrevista à rede BBC afirmou que o seu fascÃnio por Amy vai além da imagem. “O que me interessa é a combinação do maravilhoso poder gráfico da imagem de Amy e os eventos extraordinários e quase mÃticos de sua vida.” O resultado são quadros de Amy Winehouse como uma pin-up moderna destrambelhada ou em cenas com o marido e limpando a casa.
Escrito por Regiane Teixeira
A música é dançante, hipnótica e sofisticada. A mistura de jazz, funk, r&b com ritmos africanos pode ser ouvida em pequenas festas em São Paulo e talvez em maiores proporções nos Estados Unidos e na Europa. O responsável pelo estilo é o nigeriano Fela Kuti , criador do chamado afrobeat na década de 50. Se estivesse vivo, o multi-instrumentista completaria 70 anos no dia 15 de outubro de 2008 e, em comemoração à data, os DJs MZK, Prila, Ramiro e Tahira organizam uma festa de afrobeat nesta sexta-feira, 17.
Fela Kuti é figura não só da música, mas da história africana. Além de criar o afrobeat, ele fundou uma república independente, se candidatou a presidente na Nigéria e se casou com 27 mulheres, entre muitas outras histórias que valem a pesquisa. Um documentário disponÃvel no YouTube conta um pouco da história. Começa aqui .
Festa Fela 70
Discotecagem 100% afro: MZK, Prila, Ramiro e Tahira
Dia 17, a partir das 23h
Onde: Cambridge, R. Nove de Julho, 210, Centro
Quanto: R$ 15
Escrito por Regiane Teixeira
A badalada noite de montação Vai!, no Clube Glória , terá como tema da sua próxima festa a “abravanaçãoâ€, conceito criado pelo artista plástico Rick Castro (que já foi matéria da Época São Paulo ). A Vai! Abravana rola nesta sexta-feira, 17, e o dress code exige muita cor e brilho. O gif animado com o próprio Rick Castro serve de inspiração.
Vai! Abravana
DJs: Dudu Bertholini, Paula e Gil, Julie (Mono 4), AD/
Intervenção de Rick Castro
Performance: Sophia Fox eJack Mugler
Clube Glória: R. 13 de maio, 830, tel.: (11) 3287-3700
Entrada: R$ 35 ou R$ 25 com nome na lista
Escrito por Regiane Teixeira
Começa nesta sexta-feira, 17, a 32ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo . A programação, que inclui 450 filmes espalhados em 21 salas da cidade, traz além de pré-estréias de filmes de grandes diretores brasileiros e estrangeiros, documentários. Alguns deles falam de música e dois dos destaques são as histórias do ex-mutante Arnaldo Baptista e da americana Patti Smith . Saiba um pouco sobre os filmes e corra atrás dos seus ingressos:
LokiÂ
Produzido pelo Canal Brasil, o documentário “Loki - Arnaldo Baptistaâ€, de Paulo Henrique Fontenelle, mostra depoimentos de Arnaldo, registrados enquanto simultaneamente ele pintava um quadro. O filme traz ainda imagens raras e inéditas de sua carreira e relatos de artistas como Tom Zé, Gilberto Gil e Sean Lennon, entre outros.
Datas de exibição:
17/10 – 21h20 – Cinesesc
19/10 – 16h20 – Reserva Cultural 1
26/10 – 17h – Unibanco Arteplex 2
Tia punk-rock
A madrinha do punk, Patti Smith, teve 11 anos de sua história registrados por meio de depoimentos, performances, letras, entrevistas, pinturas, e fotografias. Patti, que narra o filme, despeja todo o rock’n’roll, a crueza e a coragem pelas quais é conhecida.
Datas de exibição:
22/10 – 21h30 - Espaço Unibanco Pompéia 10
23/10 – 14h - HSBC Belas Artes 2
24/10 – 17h50 -Cine Bombril Sala 2
27/10 – 13h30 - Espaço Unibanco Augusta 3
Escrito por Regiane Teixeira
Britney Spears está disposta a reconquistar seu posto no mundo do pop, sem careca ou surtos com guarda-chuva. Depois de faturar três prêmios no Video Music Awards, ela lança o clipe de “Womanizer”, do álbum “Circus”.
O novo trabalho será lançado em 2 de dezembro, data do aniversário de 27 anos da moça. Dois dias antes, a MTV americana exibirá um documentário no qual Britney fala de seus problemas com drogas e escândalos na imprensa. No clipe de “Womanizer”, Britney aparece em forma, suada e sedutora, mas será isso o suficiente para alavancar uma carreira? Não é nada que nunca foi visto.
Escrito por Regiane Teixeira
O The Gossip cancelou os shows que faria no Tim Festival alegando “um inesperado conflito de agendasâ€. A banda se apresentaria no dia 23 em São Paulo e no dia 25 no Rio.
Não haverá substituições na programação do palco Novas Raves, que continua com os shows de Klaxons e Neon Neon. Quem tiver comprado ingresso para esse show pode solicitar o dinheiro de volta ou trocar pela entrada em algum dos outros shows do Tim Festival - excetuando os shows do Auditório Ibirapuera e os de jazz no Rio de Janeiro.
Escrito por Regiane Teixeira
As noites de terça-feira andam movimentadas em São Paulo. Primeiro foi o projeto Cedo e Sentado, do Studio SP , que sempre tem shows de música instrumental até às 23 h nesse dia e agora duas novas festas semanais já estão rolando na cidade.
Uma é a noite Pressure Drop!, de dub, dancehall e ragga num lugar chamado CCPC, que fica na rua da Consolação, 1.901. A outra é no Tapas Club, uma nova balada na rua Augusta, 1.246. A “The Questionable Party” é definida pelos seus organizadores como noite de “trilha sonora de skatistas”. E no Studio SP hoje, tem a banda instrumental Mondifil . Todas as festas têm entrada gratuita e começam por volta das 20h.
Escrito por Regiane Teixeira
Banda nova que faz sucesso na internet não é mais novidade, mas está para surgir uma história mais mirabolante por trás de um músico na rede do que a de Clutchy Hopkins .
Sucesso em blogs e sites brasileiros e americanos, Hopkins faz um som instrumental que mescla hip hop, jazz e soul. Identificado por fotos como um velho de camisa xadrez e barba branca, o músico tem dois discos: “The Life of Clutchy Hopkins†e “Walking Backwardsâ€. Este último foi lançado nos EUA em fevereiro de 2008 pelo selo californiano Ubiquity Records e tem 12 faixas de jazz funkeado, sendo que apenas uma tem voz e é cantada por Darondo, um californiano do funk e do soul, na ativa desde os anos 70. O som climático e com toque experimental foi elogiados por revistas gringas e se alastra pela internet.
O que importa realmente é que a música é boa (disso não há dúvidas), mas a lenda dessa figura é interessante (para não dizer cômica). A história diz que foi achado um manuscrito biográfico de Clutchy com um Xamã Mohave, de uma tribo onde ele teoricamente viveu e estudou. Neste documento, o músico conta que é filho de um engenheiro de som da Motown, que lhe ensinou intrigantes técnicas de gravação quando ele ainda era criança. Clutchy usou esse conhecimento durante suas viagens, trabalhando em estúdios de gravação de Bombai ao Cairo. Aos 20 anos, viajou para o Japão para estudar o silêncio com monges e dali seguiu para a Ãndia, onde aprendeu sobre o domÃnio dos movimentos do corpo e sua relação com o som.
A história não acaba aÃ. Ele também estudou percussão na Nigéria, onde ainda se tornaria guerrilheiro militante contra as polÃticas nacionais do Apartheid. Quando retornou aos Estados Unidos, Clutchy começou a fabricar seus próprios instrumentos e participou de inúmeras bandas de jazz e funk, sem nunca utilizar seu nome verdadeiro, fazendo com que sua obra completa esteja, em grande parte, perdida. A partir dos anos 90, ele teria se refugiado em uma caverna de onde envia seus trabalhos para sua filha, que os publica e registra.
Em 2006, o rapper MF Doom lançou um CD inteiro com bases de Clutchy Hopkins, o “MF Doom meets Clutchy Hopkins†. Enquanto isso, sites especulam sobre a identidade do homem com teorias que apontam caras como Madlib , Dj Shadow , Money Mark e até dos Beastie Boys por trás do barbudão. Um vÃdeo na internet apresenta uma pessoa que seria Clutchy Hopkins e outro faz até uma busca pelo músico  pelos EUA. Mas a dúvida continua. Pode ser lenda, pode ser mesmo o cara barbudo, pode ser um viral da Ubiquity.Â
Escrito por Regiane Teixeira